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Eu SemeioTu Semeias

A raiz

Toda colheita começa debaixo da terra.

Antes de qualquer fruto, há uma semente escondida e uma raiz que ninguém vê. Esta é a nossa.

  1. 01 · Uma pergunta

    Por que sobra aqui o que falta ali?

    Na mesma cidade, uma igreja tem sobrando o que falta em outra — e as duas nem se conhecem. A ideia nasceu dessa inquietação: uma espécie de “Bolsa de Valores do Reino”, em que a moeda é o cuidado. Tempo, talentos e recursos encontrando necessidades reais.

  2. 02 · Um celeiro

    Um lugar para guardar e repartir

    O primeiro nome foi Celeiro: o lugar onde a colheita é guardada para ser repartida. Desde o começo, duas decisões: o dinheiro não passaria pela plataforma, e só participaria quem a liderança da própria igreja aprovasse.

  3. 03 · Um chão

    Começar pequeno e perto

    Escolhemos o eixo Morumbi–Taboão da Serra, em São Paulo, onde bairros nobres e periferias são vizinhos de muro. É ali que uma igreja mais precisa enxergar a outra — e onde a rede dá os primeiros passos.

  4. 04 · Um nome

    Eu semeio, tu semeias

    Em 30 de setembro de 2026, o Celeiro ganhou o nome que diz o que ele é: Eu Semeio Tu Semeias. Um verbo conjugado em comunidade, porque ninguém semeia sozinho — e quem faz crescer é Deus.

  5. 05 · Uma estação

    Tempo de plantar

    Agora é a vez das primeiras igrejas embaixadoras. Cada uma que entra ajuda a desenhar o que a rede vai ser, com conversa franca e os pés no chão.

No que cremos

O que segura a nossa raiz.

“Para que, assim o que semeia como o que ceifa, ambos se regozijem.”

João 4:36

E daqui brota o resto.

A história continua com cada igreja que entra. A próxima pode ser a sua.